E é por isto que não apareço em lado nenhum há uns meses:

 É com grande prazer que o/a convidamos para assistir  à apresentação informal/ ensaio aberto do projecto Eye- Height Sábado dia 12 de Dezembro às 18:00h e às 21:30h na Fábrica da Pólvora

As apresentações de EYE-HEIGHT decorrem de um período de 4 semanas de residência/criação na Fábrica da Pólvora -  Centro de Experimentação Artística, onde se procedeu à fase de montagem do palco/instrumento e à sua experimentação, através do movimento explorado em formatos de composição dentro de linhas temporais e espaciais.

Eye-Height partiu da exploração de formatos de composição coreográfica e sonora, sempre sob a forma de estruturas improvisadas, correspondendo ao culminar de um projecto de investigação em composição interdisciplinar que articula as áreas da dança, música e artes visuais.

A proposta é uma performace-instalação que se baseia numa premissa inicial: um objecto coreográfico (Beatriz Cantinho) que activa um dispositivo cenográfico/instrumental (Ricardo Jacinto). Para a apresentação mais detalhada do projecto, consulte o documento em anexo.

Esperamos por si:)
Vera Cortês


Eye-Height
Comunicação


Título: ‘Eye-Height’
Apresentação Informal/ Ensaio Aberto
12 de Dezembro, 2 sessões: 18h00 e 21h30
Fábrica da Pólvora
Contactos: Ana Ribeiro, 91 44 66 763

Ficha Técnica:
Direcção Artística: Beatriz Cantinho (coreografia) e Ricardo Jacinto (instalação) | Co-criação e Interpretação: Ana Gouveia (bailarina), Beatriz Cantinho (bailarina), Filipe Giacomo (bailarino), Francesca Bertozzi (bailarina), Madalena Xavier (bailarina), Nuno Torres (saxofone alto), Ricardo Jacinto (violoncelo) e Shiori Usui (voz) | Palco/Instalação: Projecto de execução: Ricardo Jacinto/André Castro/Elysabeth Remelgado | Construção: Tomás Viana |  Video: Vasco Viana | Figurinos: Mariana Sá Nogueira|  Desenho de Luz e Acompanhamento Técnico: José Manuel Rodrigues, Luís Duarte | Gestão do Projecto: Produtores Independentes | Desenho de Produção: Tânia M. Guerreiro | Produção Executiva: Ana Raquel Ribeiro | Parceria na Produção e Comunicação: Vera Cortês Agência de Arte | Co-Produtores: Colégio de Artes de Edimburgo, Fábrica da Pólvora – Centro de Experimentação Artística, Museu do Design e da Moda – MUDE/ Câmara Municipal de Lisboa, Teatro Municipal de Portimão – TEMPO, Teatro Vírginia | Apoios:  Flamenco Society (Edimburgo), Bomba Suicida | Este projecto é financiado pelo Ministério da Cultura/ Direcção Geral das Artes


As apresentações de EYE-HEIGHT decorrem de um período de 4 semanas de residência/criação na Fábrica da Pólvora -  Centro de Experimentação Artística, onde se procedeu à fase de montagem do palco/instrumento e à sua experimentação, através do movimento explorado em formatos de composição dentro de linhas temporais e espaciais.
Eye-Height partiu da exploração de formatos de composição coreográfica e sonora, sempre sob a forma de estruturas improvisadas, correspondendo ao culminar de um projecto de investigação em composição interdisciplinar que articula as áreas da dança, música e artes visuais.
A proposta é uma performace-instalação que se baseia numa premissa inicial: um objecto coreográfico (Beatriz Cantinho) que activa um dispositivo cenográfico/instrumental (Ricardo Jacinto).

Os corpos das bailarinas distribuem-se pela superfície do palco, criando uma paisagem delineada por estratos. Os corpos ocupam o espaço que corresponde à linha de horizonte, deitados na superfície do palco. Esta mesma linha corresponde à linha da altura do olhar do público.
Os músicos ocupam uma posição semelhante à do público de modo a utilizarem a mesma tipologia de imagem no desenvolvimento da sua improvisão e potenciando um envolvimento dos espectadores na construção cenográfica da performance.



O dispositivo cénico apresenta-se como um palco de 6 x 6 metros, composto por 9 módulos constituídos em madeira, com uma superfície de topo de altura variável (40 a 75 cm), que mantém um carácter horizontal mas ondulado. Este objecto comporta-se como uma caixa de ressonância para os ruídos provocados pela fricção e percussão dos corpos na superfície do topo.  Cada um destas acções é ‘auscultada’ pela caixa de ressonância, que amplifica esse ruído, e induz também a vibração de um conjunto de cordas por cada um dos nove módulos.
Estará presente, em cada apresentação, uma espécie de ‘manto sonoro’ de afinação definida, cuja composição depende da posição das bailarinas, sobre o qual srgem os ruídos mais percussivos dos corpos em movimento.
Este objecto existe enquanto um espaço de acontecimento onde se desenvolvem todas as relações compositivas, quer entre os performers, quer com o público, na sua especificidade de proporcionar uma experiência fundamentalmente sensorial e contemplativa.

O movimento desenvolve-se dentro de estruturas de improvisação pré-estabelecidas ao nível das dinâmicas e características, não estando sujeito a uma predeterminação coreográfica propriamente dita. Os músicos servem-se das mesmas orientações estruturais, desenvolvendo-se numa lógica de improvisação livre, num léxico sonoro que se ocupa maioritariamente de ‘pequenos ruídos’. O movimento e o som aludem a uma utilização mínima de esforço produzindo uma imagem hipnótica e dormente. Balanço, velocidade, silêncio, imobilidade, densidade, intensidade são noções que ajudam a articular as acções coreográficas e musicais.

A horizontalidade dos corpos e a correspondência da altura do palco à linha do olhar do público, convoca a imagem de paisagem e intensifica a percepção e a concentração do olhar no movimento conjunto. A paisagem, neste sentido, é conseguida a partir de transformações lentas e orgânicas, sempre mergulhadas na noção de um evento conjunto, marcado pela singularidade de cada performer.




Simulação 3D do palco / instrumento (modelado por André Castro / Elysabeth Remelgado)





Registo preliminar da instalção em fase de construção-experimentação (Fundição de Oeiras, Outubro, 2009)





Encordoamento no tampo inferior de cada módulo



Acabamento dos módulos na Fábrica da Pólvora





Ensaio com as bailarinas

Diabo-na-cruz_m
 
 
CONCERTO DIABO NA CRUZ
MUSICBOX, SEXTA-FEIRA 11 DE DEZEMBRO, 24H, 8€
Para este ninguém tem desculpa e meia Lisboa vai mesmo ter de ir ao Cais Sodré. Cinco músicos com temas que são do mais fresco e entusiasmante que se fez por cá nos últimos anos. Música popular portuguesa ao ritmo de um bom rock pop. Os Diabo na Cruz parece que viajaram ao passado. Recuaram ao tempo em que a música tradicional era rainha e juntaram-lhe a atitude do século XXI. Perdoaram o folclore português e apresentaram-se com guitarras aceleradas e letras contagiantes. Sem grande vergonha de o terem feito tocam agora no Musicbox. Sobem a palco para apresentação das pequenas pérolas do disco de estreia e explicam porque é que sabe tão bem voltar ao passado! Miguel Leite

12 DEZEMBRO


.


































E se eu escrevesse aqui qualquercoisa a preto?







































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Quem é a mulher que se ouve à noite na radar?
Acabei de ouvir a Amalia a cantar o Summertime aqui: http://eraumavezummegafone.blogspot.com/

Fechei os olhos e ouvi aquele som fabuloso.

Lembrei-me de ver o país em que vivi.

Quando as imagens de gente adorada eram as de uns futebolistas, dois ou três políticos e aquela velha vestida de preto a chorar.


Mandou-me o Sr JP








www.myspace.com/crewhassan

Putopinta




Acordei e comi o fogo de Deus

Mesmo caindo o dilúvio
Sabe-se que nesta terra
Não passam muitas horas
Sem que radioso
O Sol rasgue as nuvens
E nos ilumine o dia
Relembrando feliz
Que existe sempre

Todos os bichos
Vem-se sacudir
Aproveitar os raios
Saltitar correr e voar

Pois é! Houve um trato ontem.

De escrever
Mas escrevo em paixão

É o meu método
A minha disciplina

Apaixonar três vezes por dia

Escrever em paixão

Mesmo que soe a farsa

Mesmo que os versos trabalhados

São me cuspidos de dentro

Em batida irregular

A batida irresponsavel

Mas amar é o sangue

O combustivel

Três vezes ao dia

Danço

Como

Sem digerir

E caio

E mergulho

No som de mim

Das bolhas de ar

Da opressão espacial

Da àgua toda à minha volta

Mas lembro-te

Por esta hora em London Town

Acontece um belíssimo encontro de mesmas culturas, um fabuloso jam em terras da união.


Vespa pintada, picada de vespa






Duas senhoras
A monte

Cheiro de alecrim
E àgua na bica

Uma dança
Uma promessa picante
De um veneno veloz
É a vespa pintada

Agora, duas meninas
Dois Montes
Uma promessa dividida
A vespa cortada ao meio

Uma casaca
Vira a casaca
Tenho duas
Qual vestir?

A decisão
Tinha que ser
Espontânea

E foi, e com til
Para o Monte Estoril

Ui que dia tão bom!

E acaba com a orquestra indiana, a cítara e as tablas dos Beatles.

Amanhâ também vai ser bem bom!




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Feromona Nas Flores - Episódio I from joanisca on Vimeo.

Feromona Nas Flores - Episódio II from joanisca on Vimeo.

Feromona Nas Flores Episódio III from joanisca on Vimeo.

Feromona Nas Flores Episódio IV from joanisca on Vimeo.
Só trovões de horizonte
Relampagos de fraca tempestade
Mar revolto

Pequenas ondas de cachão
Chocalham e balançam 
Sem apetite para devorar

Lembro-me do trovão do cagaço
Que chega sem avisar
Da chuva ensurdecedora
Da inundação

Que caia tudo o que há lá em cima
Que esmague contra o chão
E afunde em água agitada

Chovam pedras ininterruptamente
Raios acertem no que mexe
A garganta respire àgua aflita
O corpo em convulsões

Ah! Tempestade que tardas em chegar
Do canal da ribeira do sangue
Entupiu se o canavial
Seu leito torto de estética que não se vê
Recusou-se o São José de seu direito

Assina Cais do Sodré
Desapoiou-se na cana
Caiu-lhe um Golias em cima
E funda a ferida mais no peito

Isto não é normal aqui mas já está...

Circular que podem aplicar nos vossos locais de trabalho ...


Circular Interna (verídica) de uma multinacional americana em Portugal (no Porto), contra a linguagem dos trabalhadores do Norte.


It has been brought to our attention by several officials visiting our corporate Headquarters that offensive language is commonly used by our Portuguese-speaking staff..
Such behavior, in addition to violating our Policy, is highly unprofessional and offensive to both visitors and colleagues.
In order to avoid such situations please note that all Staff is kindly requested to IMMEDIATELY adhere to the following rules:

1) Words like merda, caralho, foda-se, porra or puta-que-o-pariu and other such expressions will not be used for emphasis, no matter how heated the discussion.

2) You will not say cagada when someone makes a mistake, or ganda-merda if you see somebody either being reprimanded or making a mistake, or que-grande-cagada when a major mistake has been made.
All forms derivate from the verb cagar are inappropriate in our environment.

3) No project manager, section head, or executive, under no circumstances, will be referred to as filho-da-puta, cabrão, ó-grande-come-merda, or vaca-gorda-da-puta-que-a- pariu.

4) Lack of determination will not be referred to as falta-de-colhões or coisa-de-maricas and neither will persons who lack initiative as picha-mole, corno, or mariconso

5) Unusual or creative ideas from your superiors are not to be referred to as punheta-mental.

6) Do not say esse-cabrão-enche-a-porra-do-juízo if a person is persistent. When a task is heavy to achieve remember that you must not say é uma-foda. In a similar way, do not use esse-gajo-está-fodido if colleague is going through a difficult situation. Furthermore, you must not say que-putedo when matters become complicated.

7) When asking someone to leave you alone, you must not say vai-à-merda. Do not ever substitute "May I help you" with que-porra-é-que-tu-queres?? When things get tough, an acceptable statement such as "we are going through a difficult time" should be used, rather than isto-está-tudo-fodido.

8) No salary increase shall ever be referred to as aumento-dum-cabrão.

9) Last but not least after reading this memo please do not say mete-o-no-cu. Just keep it clean and dispose of it properly.

We hope you will keep these directions in mind.

Thank you.

Um jardim no meio das casas
Nas casas no meio das casas

O corredor de skate
Come risotto com tomate

Faz choques que sobem pelas mãos
E desce da janela para o jardim

Os desenhos são de várias camadas
São pinturas de filmes em montes

Das flores onde são proibidos os botões
Onde não entram borboletas
Nem se matam pássaros

O jardim romântico dos ingleses
Das mouras calçadas no monte
Dos muitos dias sims
Das coisas que se farão

Há garra na mulher das rodas nos pés
Há a doçura da partilha
Do gosto da companhia
Da força da sua imagem

Venho com uma bala
No bolso da camisa

E com um poema
Sobre fogo
Mas sem folgo
Para aqui mostrar





Para a J

Aquisições de verão

1 cortiché



1 polaina de compasso



E um batimento cardíaco altamente acelerado!

Esta vida é uma loucura

És três

Em poucos passos és outra

Mas não serás tu

És linda

Mas também tu

Mas ao ver-te

És tu

Hoje

Mas é um hoje maior

Agora um hoje para sempre

És ainda mais

De repente encontro ainda mais

Mestre Abrantes

Este fim de semana morreu Mestre Manuel Abrantes

Mestre, entalhador desde sempre, dos melhores, provavelmente o último melhor ainda vivo.

Mestre como poucos.

Amigo

Foi muito rápida a sua partida.

Trabalhou toda a vida na FRESS

A FRESS que se portou mal com ele

Que pena que é ver uma instituição tratar tão mal no fim de vida um seu filho

Avô de todos os que lá trabalham

Foi encarregado geral das oficinas e então sim, valia a pena lá trabalhar.

Deu aulas de talha no IAO da FRESS e é meu Mestre não só entalhador mas na vida.

Boa tarde Mestre!

-Vens tarde? viesses mais cedo!

-Deves ser daqueles que pega ao meio dia, sais à uma e tens uma hora para o almoço!

-Este se não existisse tinha que ser inventado!

Obrigado Mestre!

Até terça

Ah e houve rock ontem!

Mas não fui.

Foi no Cacém.

E como ouvi dizer ontem:

Cacém de ser sexy!

Carlo Mollino




Um novo herói

Parede,3.40h, terraço.

Tires:

Casa com um cão grande
E um cão enorme

Estoril:

Deck
Centro de congressos
Tamariz

Foge do Estoril!

Parede:

Pão congelado
Torrado
Sagres
Manteiga
Humus
Salada com cenoura cebola soja palmito
Chevre

Pão congelado
Torrado
Manteiga
Alheira fria
Salada com cenoura cebola soja palmito
Chevre

Mais um golo na sagres
Vou buscar mais um pão

O puto dorme
Assim todos fechados na cidade
Com essas grades
Que nos impedem do precipício

A interpor-se
Entre os barcos e o rio

A ponte a ajudar
A cortar o horizonte,

As praias das liberdades
Os campos
Das caminhadas

Ao mesmo tempo

~Hoje o mar está em festa! E vai ficar todo o fim de semana! Eu, Acho que não.

mmm, parece que dia 12 vai haver festança!

Amazigh Aljezur



Uma semana a abrir como poucas.
5 dias, 3 noites.

Pelos olhos

O Deus que mora

Na proximidade

De haver avencas


Esse deus

Das avencas


É a luz

Saindo pelos olhos

De minha amiguinha


O Deus que mora

Na proximidade

De haver avencas


Esse deus

Dos fetos

Das plantas pequenas


É a luz

Saindo pelos olhos

De minha amiguinha


Linda


De minha amiguinha

De minha amiguinha

De minha amiguinha


Linda


De minha amiguinha

De minha amiguinha

De minha amiguinha


Linda


O Deus que mora

Na proximidade

De haver avencas


Esse deus

Das avencas


É a luz

Saindo pelos olhos

De minha amiguinha






- Caetano Veloso

Pelos olhos

O Deus que mora

Na proximidade

De haver avencas

Esse deus

Das avencas

É a luz

Saindo pelos olhos

De minha amiguinha

O Deus que mora

Na proximidade

De haver avencas

Esse deus

Dos fetos

Das plantas pequenas

É a luz

Saindo pelos olhos

De minha amiguinha

Linda

De minha amiguinha

De minha amiguinha

De minha amiguinha

Linda

De minha amiguinha

De minha amiguinha

De minha amiguinha

Linda

O Deus que mora

Na proximidade

De haver avencas

Esse deus

Das avencas

É a luz

Saindo pelos olhos

De minha amiguinha

- Caetano Veloso

Ainda no Minho: Um pequeno pastor.




Fotografia: MFAR

Ó Joana dos Espíritos! Vamos vêr isto na sexta? Compro bilhetes?

http://www.teatrosaoluiz.pt/catalogo/detalhes_produto.php?id=22

Viste?

Sem querer
Mas com boa intenção

Calhou dar em contribuição


No Planeta Tangerina

:

http://planeta-tangerina.blogspot.com/2009/07/pup-grew-up_06.html
.






































Ainda no Minho

Com os cavalos selvagens

Na serra

No verão






Fotografias: MFAR

Vês pá? É uma vespa!



Nestes dias no Minho
Em casa do meu Avô
Cravou-me um dos trabalhos

Acabar com o ninho de vespas.

Quinze dias depois
Em casa da minha avó
O seu namorado contou:

Um amigo desafiou...
Uma garrafa de wiskie por:
Um slogan para o stand das motas.

Vês pá? É uma vespa!





Fotografia por: MFAR

"Vi-te no metro..."



Sent by: Carlitos! all so known as Jardel.

Acabei de escrever este comentario na carruagem sete

.



O comboio que apanho todos os dias tem 7 carruagens.

Acho que vou sempre na terceira ou na quinta.

A segunda é a que tem as miudas mais bonitas.

Se calhar é por isso que vai sempre muito cheia.

Acabo por ir sempre de pé.

Na próxima paragem entram muitas velhas.

Mais vale ir de pé à partida.






http://acarruagemsete.blogspot.com/

JACQUES ÉMILE RUHLMANN E A FRATERNIDADE DAS ARTES




18 Jul - 27 Set 2009 - CASA

Jacques-Émile Ruhlmann foi um dos mais importantes desenhadores de mobiliário e um dos protagonistas maiores das linguagens “déco” nas artes decorativas de inícios do século XX. Quando Carlos Cabral, Conde de Vizela, visita a Exposição Internacional de Artes Decorativas de 1925 em Paris, irá entrar em contacto com o Atelier de Ruhlmann, que será em grande parte, o coordenador dos projectos e autor de muitos deles, que resultarão na Casa de Serralves. Esta exposição trará de volta à Casa de Serralves o mobiliário de Ruhlmann, contribuindo para um maior conhecimento da sua história e relevância. Será também um momento para uma homenagem ao Conde de Vizela e ao seu espírito empreendedor e cosmopolita.

Comissariado: Florence Camard, João Fernandes
Produção: Fundação de Serralves



-Sacado do site da F Serralves

Projecto









fotos: melo

E quem diria que eu hoje iria estar a ver BURACA SOM SISTEMA?



desenho sacado de uma foto da net

Depois explico melhor...
.

























Mais uma vez na academia
Da técnica e monotonia

Criar pede treino
Aplicação ao devaneio

Não se conseguindo um meio
Fica-se pela operariedade

Casa tarabalho
Trabalho casa

Esperar e
Yes weekend pendurado na parede

Passear nas pedras
Sem conseguir levanta-las

Bater nas teclas
Por obrigação

Tentativa
Espremer uma qualquer paixão

Não há

Aguenta-te até ao natal
Um pouco antes disso

O mundo é teu

Grandes paredes para pintar
Grandes máquinas para serrar
Grandes obras a sair
Grandes pensamentos e paixões
Ondas grandes sem cansaço

Toda a livre vida aplicada
A espalhar beleza em forma de objectos

Aguenta só mais um bocadinho
E já agora vai chegando a horas

Tropical Storm Andres strengthens off Mexico

Ui, quer dizer que não tarda nada temos umas ondinhas porreiras a entrar pela nossa costa...

Já me dizia o nosso amigo Senhor Berd: Estai atento aos furacões do outro lado do Atlantico pois são eles que agitam as ondas que cá chegam ao buraco!

ALPHA BLONDY em carcavelos dia 4!

66 garrafas de vinho tinto

-Aliança
-Bebé
-Vida eterna amor eterna
-Isto não é uma curta, é um filme e de amor
-You look like rain
-Shmu
-À Roca!
-Love
-Ó Lobão! Esta noite vai haver festão!
-Eu vou sabotar eu vou casar com ele
-Um brinde aos meninos!
-Pinga amor
-Vasco
-VR
-Golden years
-Só nós 2 é que sabemos
-Só nós 2 é que sabemos
-Isto não é uma curta, é um filme e de amor
-Vallado




66 garrafas de vinho tinto familia sem rótulo da Quinta do Vallado pintadas para a celebração de um casamento muito especial entre duas pessoas muito queridas.

Com a ajuda da Amanita, de Umtaparurer e da Pi.
De repente a fasquia ficou alta
Mais um oitavo de chocolate

Há uma coisa à qual não dou nome
Num fim de semana encravado

Maio sol junho nevoeiro

Tarde mar noite em terra

Fico por aqui

Ó Bernie! Esta vai ter que tocar no Sabado!



Da Austalia mandaram este vídeo para Londres Para a Amanita que me mandou para Lisboa para dançaricarmos pela manhâ.

Work in progress

És uma querida!

Thanks for Paul.

If I could I would destroy them night´s after night after night

I would dance for three days

Sleep on beaches and fields

Surf and walk

Make sculptures with wood that came floating

That would tick my foot

Waking me up on the shore

It could even be the song of a bird

Remembering me there is still a day to enjoy

And a night to dance away

Even thow,

we lead a pretty good life!



www.myspace.com/ephedralx

Meu Caro Amigo Chico !!!Trailer!!! from LondonSessionsProductionsMcac on Vimeo.

Zeep



Mandado pela Amanita.

...

Fui ao mar levar porrada
Agora estamos a comer trovoada
A ouvir a torrada

Rokeiras sexy pró zamot

Ziul o Mago




Meticulosamente arruma todos os brinquedos com ordens e escalas.

Quando lhe dei as rolhas e as caricas, a primeira coisa que fez foi fazer um circulo perfeito com as caricas e pôr dentro de cada uma, uma rolha na vertical. No fim faltavam duas rolhas e pediu.me que fosse buscar as que tinham ficado no banho. Eram duas. Lá se completou o seu pequeno Stonehedge.

Pedi-lhe que voltasse a fazer essa construcção mas já ia noutras matematicas.

ATCCCHHHIMMMM!!!!!!!

Já me tinha prometido que não voltava a cortar madeira no escritório de sempre.
A massa era boa e passei dois dias a transformar o caos num escritório outra vez.

Trabalhei, sem querer, com duas espécies de madeira diferentes.

Uma delas chama-se Câmbala e fez me espirrar o dia todo.

A outra chama-se Undionuno.

-Muito prazer, como vai?

E agora cama porque amanhâ há mais, no emprego.

É pena que num dia de trabalho sozinho tenha ganho metade do ordenado de um mês no bules....

Será que trabalhei muito hoje ou que me pagam mal lá no miradouro das portas do sol?

Jake Cress

Manel a dar cartas na grande urbe.









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UZI FILMES, Filme promocional


UZI FILMES! from Vasco Viana on Vimeo.

Rascunho

De repente encontrei
No barro uma bolha
De ar escondida

Dentro do barro
O ar aquecido
Rebenta bem

Tenho o contador trifásico
A mão imprudente
Um bloco disparatado

Dentro do forno
A bolha que rebenta
Parte tudo o que a rodeia

Já quase estou acostumado
A desconfiar das explosões

Vou treinar bem
A técnica de amassar

Uma união sólida

Um caminho longo
E chegarei a mestre
Muitos fornos partidos
Muitas peças imperfeitas

Ziul

Conversa do Ziul, a entrar na cozinha e depois no penico

Ziul - Vó, desliga o vento!

Avó – o vento não se desliga, Ziul

Ziul – está a janela aberta!

A Avó fecha a janela

...

Ziul – vento, não comes o meu queijo!

....

Ziul –... oh, não há vento, a avó desligou?

Avó - Não, Ziul, a avó fechou a janela

Ziul – Para o vento não entrar?

Avó - Sim

Ziul – Ai ai vento, não comes os popós

Vem à fava!

Josey Wales

A minha cama cheira a mar
Também cheira a mais
Too much, em inglês
Ou talvez seja more

A maré está a baixar
O quarto, minguante
O vento caiu
Sem direcção

Ficou cá um grampo
Apertado de mais
Que força é preciso
Para o soltar
Senhora Carteiro! Muito obrigado! Por acaso quando vi esse vídeo gostei imenso da guitarra. Um dia faço uma semi acústica assim.


http://eraumavezummegafone.blogspot.com/

Açucar = Cussca

Deves mesmo ser filho do russo.


Thanks Pi!

Já andava maluco à procura deste vídeo!

O meu outro Eu deve estar a andar de ginga à noite!

E não é que: May 28 2008 Porto Coliseum Porto

óh!!!!! 2008????
Que merda!

Acho que estou apaixonado pela Chan Marshall outra vez.

Uma belíssima selecção feita pelo carteiro que merece ser imortalizada.(pelo menos enquanto este blog durar)

http://eraumavezummegafone.blogspot.com/search/label/roqueira%20sexy%20pr%C3%B3%20zamot

Tenho um bicho novo.

Chama-se rinoceronte e é desenhador!

Dias grandes.

Manhâ no Oceanário

Tarde com o reaggea ao vivo e o turntabelism urbano.

Sopa em vez de farra.
O Quarta República, blog onde vou várias vezes à procura de novos escritos pelo Salvador Massano Cardoso tem um subtítulo que diz:
"No limiar da utopia. Longe da anarquia mansa que nos tolhe."

Acho que é isso mesmo que sou, um anarquista manso.

Claro que no contexto deste subtítulo não é uma qualidade, ser um anarquista manso.

É certo que gostaria mais de me ver como um bravo mas acredito que mansamente se consegue ir propagando alguma bravura.
Isto claro se não me inserir num rebanho, talvez seja mais como um cão manso do que como um boi.

William Munny

Exposição individual de Leonor Pêgo

na Galeria Lagar de Azeite e inaugura dia 2 de Abril pelas 21h30!
Uma pedra
Normalmente no fundo do mar
Presa por um cabo

Talvez pedra pommes
Porque boia
À deriva
À superficie

O cabo deve estar partido
Uma guita solta

Mas continua uma pedra
Pedra mas mole
Áspera
Com o poder de amaciar

Embalada pela ondulação
Dormita
Deixa-se ir
Sem resistencias

Perde-se no mar
Na imensidão das horas
Das ondas
Uma a seguir à outra

Pouco variam
Uma atráz da outra
Cada vez mais
Dorme

Prisão domiciliária com coleira mas numa cidade inteira.

Ontem vim buscar umas chaves a casa e ouvi um barulho estranho na sala.

-Mas o que é que anda aí?

Eram umas pinhas a estalar!

Crise

Menos dinheiro para seguranças
Mais grafitti